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Promover a dignidade humana, por Manu Lapa


Este artigo, na verdade, mais do que transmitir informações, pretende externar os resultados de um processo reflexivo. Acredito que a reflexão é a razão sociopolítica do desenvolvimento de todo e qualquer cidadão. Na busca dos acertos, o homem se perde na voracidade efêmera do dia a dia e, com isso, deixamos de lado o óbvio, o lógico, o coerente, o racional, o evidente, que é o ser humano, com todas as possibilidades de apresentar-se socialmente.

Vestimo-nos de uma dignidade medíocre que “escarra”, na face de nossos irmãos, coisas superlativas e insignificantes. Ora, você deverá estar se perguntando, que discurso é esse? É filosófico, social, político, enfim, do que de fato se trata? Eu te direi, é um discurso desenvolvimentista e humano.

Valores inegociáveis nos tangem no percorrer do nosso viver. Dentre eles, A VIDA, A LIBERDADE, A FELICIDADE e A DIGNIDADE. Conforme está registrado na Declaração Universal dos Direitos Humanos: “Art. 1º – Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotadas de razão e consciência e devem agir em relação umas às outras com espírito de fraternidade.”

Porém, caros amigos, o que vemos? Pessoas escravas de um sistema falido, de uma política arcaica e assistencialista, de um preconceito imoral e, muito pior, escravas de algo muito maior, escravas de si mesmas. Escravas de convenções. É preciso romper os grilhões, sair da escuridão da alma e deixar-se iluminar pela luz da consciência. Promover a dignidade só é possível quando se vê a luz universal da solidariedade. É preciso que a sociedade, em sua totalidade, reflita, eduque, evolua… Pois, só assim, traçaremos objetivos, definindo quem somos, o que queremos e para onde iremos.

Sou a favor de desenvolver em si, e no próximo, a consciência coletiva de um mundo melhor. Mas creio que isso só será capaz quando a máquina social estiver pronta para evoluir junto. Pois, quando lutamos por uma causa, estamos à frente da construção de uma nova sociedade. Lutar pela dignidade é saber que tenho direitos e que posso usufruir deles; é saber que, dentro desses direitos, há em supremacia, o respeito, e que este pode me conduzir pra onde eu desejar ir.

Elielson Lima 11 fev 2014 - 20:01m

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