Governo – Pandemia não acabou
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Todos unidos contra a presidente Dilma em ano de eleição


Reprodução da internet

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No evento de confirmação oficial do nome de Paulo Câmara como candidato do PSB ao Executivo estadual, o governador Eduardo Campos mostrou que está cada vez mais à vontade no papel de opositor da presidente Dilma Rousseff (PT). Adversário da petista nas eleições de outubro, ele voltou a disparar contra o governo federal, de quem era aliado até pouco tempo. “Implantaremos uma nova política, que mudará o governo que está aí, que fará um novo pacto social e que saiba lidar com o Congresso”.

A economia é o principal mote de Eduardo nas críticas a presidente. “O Brasil está derretendo diante da macroeconomia. O país deixou de fazer a reforma agrária, tem um baixíssimo crescimento e está aumentando os juros. No Nordeste, a concentração de renda voltou depois de um ciclo de dez anos de distribuição”.

Sintonia

O deputado federal Raul Henry (PMDB), candidato a vice-governador na chapa da Frente Popular, mostrou sintonia com Eduardo e com a cartilha do seu padrinho político, o senador Jarbas Vasconcelos, um dos mais duros críticos do PT. “Este governo atual já deu todos os sinais de esgotamento, não investiu em infraestrutura e educação e não modernizou as instituições públicas. Eduardo vai mudar este país”.

Ex-ministro de Dilma, o candidato a senador Fernando Bezerra Coelho destacou que o PSB pode dar novos rumos ao país. “O próximo presidente tem nome: Eduardo Campos. Ele será capaz de aliviar a carga fiscal para que o Brasil possa competir com outros países”.

 

Elielson Lima 25 fev 2014 - 19:12m

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