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Roberto Freire saiu as tapas em camarote no Rio

Publicado em: 05/03/2014 - 14:15m

467578-2306-cpUm dos raros foliões a não colocar a camiseta do patrocinador, o presidente do PPS, Roberto Freire, circulava animadamente pelo camarote na Sapucaí com a camisa aberta e dançando ao som da Portela (na foto, momentos antes da confusão).

A mulher, Marisa Vasconcelos, ainda tentava fechar os botões na hora da foto, mas, carnavalesco assumido, o ex-senador por Pernambuco nem se importava. A “regalia” acabou incomodando um outro convidado do camarote que, segundo Freire, gritou: “comunista também tem que usar camiseta”. Ele respondeu que não era bem assim e se atracou com o provocador, criando uma confusão que só terminou com a chegada dos seguranças.

Segundo a mulher de Freire, o convidado anônimo ainda deu um chute no político. Segundo um dos chefes da segurança do camarote, a orientação dos organizadores é deixar Roberto Freire sem a camiseta: “a gente faz o que o cliente manda”. Acalmado pela mulher e rodeado de repórteres, Freire tentava contemporizar. Quando perguntado por uma jornalista se não dava pra relevar, disse: “se não desse eu não estaria aqui conversando com você”. O casal não quis apontar quem foi o convidado que começou a briga.

Antes da confusão, o político conversou sobre o Carnaval com o UOL. Acostumado a passar a folia em seu estado natal, Pernambuco, Roberto Freire veio ao Rio só por vontade das filhas, Claudia, que esteve ontem assistindo ao desfile, e Mariana, que saiu pelo Império Serrano. No Rio, o político curtiu os blocos Boi Tá Tá e o Cordão Bola Preta, que considera um resgate do Carnaval antigo da cidade. Em Recife, sai pelo Galo da Madrugada, que costuma frequentar no meio do povo: “se o povo me assedia? O povo me esmaga”, disse, rindo. “Lá pra nós, marchinha é hora pra descansar”, completou.

O antigo comunista acredita que carnaval democrático mesmo é o do seu estado e compara: “Na Bahia tem Apartheid no Carnaval, as pessoas precisam comprar um abadá pra brincar e aqui no Rio é espetáculo, e só”, compara, com propriedade de quem conhece bem a festa popular.

Informações do UOL

Elielson Lima 05 mar 2014 - 14:15m

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