Governo – Pandemia não acabou
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#Opinião O dia do grito, por Lígia Beuttenmüller


 

dilma vaias

Crédito: Veja Online

ESSE GRITO, TALVEZ ORQUESTRADO, PROVA AO MUNDO, QUANTO FAZEM FALTA A EDUCAÇÃO DOMÉSTICA, POLÍTICA, ÉTICA E MORAL DE UM PAÍS.

Quinta-feira, 12 de junho de 2014, abertura da Copa do Mundo no Brasil, mais especificamente na Arena Corinthians em São Paulo. A cerimonia parecia ser um ato de boas vindas aos jogadores , uma festa nacional. Nas arquibancadas o público, composto de patrocinadores e por aficionados pelo futebol.

De repente, o mundo ouviu e viu a falta de respeito e de civilidade de um povo, de uns poucos brasileiros, insatisfeitos com a Presidenta do país. Não importa se estavam ali, sessenta mil pessoas, essa multidão não representa o comportamento dos brasileiros em geral, pelo menos na atitude, mesmo que alguns compartilhem da insatisfação.
Outros presidentes brasileiros já foram vaiados, como Getúlio Vargas e Juscelino Kubistchek mas não assim, mundialmente.

Nunca o mundo assistiu um desrespeito à uma MULHER, uma DIRIGENTE DE NAÇÃO, uma MÃE, num grito de baixo nível, maledicente, chulo, proposital, vergonhoso e antidemocrático. A Copa de todas as copas, vai ficar na história mundial , como a Copa monossilábica acentuada, pelo episódio que, certamente tirará o brilho da taça tão almejada. Se ganharmos, a palavra HEXA poderá receber mais uma sílaba, porque alguns brasileiros mostraram a maneira mais incipiente de protestar, de requerer a quem de direito a fiscalização das denúncias de superfaturamento nas obras dos estádios e da aplicação censurável dos impostos pagos pela população.
Desde o fim da ditadura temos trocado de Presidente, o Brasil embora demonstre algumas conquistas sociais, continua sendo roubado por muitos, nas verbas destinadas a saúde, educação, transportes, etc.,( as CPIs tentam provar isso).

O brasileiro não aprendeu ainda, que o sistema político é constituído de três poderes, cujo legislativo governa através das leis e decretos determinados para serem cumpridos.
E mesmo que o Executivo tenha a prerrogativa de encaminhar projetos ou veta-los, na democracia ganha a maioria. A legislação impede que o presidente legisle, por meio de MPs que foram criadas pela Constituição de 1988 e substituíram o decreto-lei. Em abril de 2002, o Congresso aprovou a Resolução 1/02, que instituiu novas regras sobre a apreciação das MPs pelo LEGISLATIVO.

Essa manifestação, talvez orquestrada, prova ao mundo, quanto fazem falta a educação doméstica, política, ética e moral de um país.

 

Elielson Lima 16 jun 2014 - 13:50m

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