Governo – Pandemia não acabou
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PT realiza balanço eleitoral nesta segunda


O PT de Pernambuco reúne a sua executiva, segunda (3), para iniciar as avaliações do resultado do 2º turno no Estado, quando a candidatura de Dilma Rousseff obteve 70% dos votos válidos. Um placar que surpreendeu até os mais otimistas. Para os líderes petistas, o que fez a diferença foi o engajamento da militância voluntária, que estava para além das mobilizações dos filiados e dos cabos eleitorais pagos. Ela foi alimentada, no entanto, por um debate nacional entre projetos distintos de governo.


O desafio do partido por aqui é manter a conexão com os vários grupos da sociedade, após a eleição presidencial, que não estão interessados nos problemas internos da sigla, que não são poucos. Para aproveitar o embalo do resultado e enfrentar a hegemonia do PSB local, o PT terá que voltar a empunhar bandeiras desarmadas ao longo dos últimos anos, como a de grupos que defendem, por exemplo, uma nova política de ocupação dos espaços públicos urbanos.
Além do mais, o PT tem que assumir a postura de oposição ao PSB – afastando dirigentes que ainda têm apadrinhados no Estado e na Prefeitura do Recife e estabelecendo o verdadeiro contraditório -, o que não ocorreu após o rompimento com o ex-governador Eduardo Campos em 2013.


A campanha de 2016 já começou e o futuro do PT será ditado pelas eleições municipais. Elas podem reforçar o poder do PSB ou equilibrar a divisão das forças políticas no Estado. O resultado do 2º turno de 2014 indica que há possibilidade.

Elielson Lima 31 out 2014 - 15:16m

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