Governo – Pandemia não acabou
Eleições 2014

Roberto Amaral "abre o verbo" contra o PSB pernambucano


Amaral-Clemilson-CamposO presidente nacional interino do PSB, Roberto Amaral, abriu a caixa de ferramentas contra os integrantes da legenda em Pernambuco. O socialista acusou a direção estadual de tratar a legenda como “herança política” do ex-governador Eduardo Campos. O apoio ao candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB) e o apoio da ala pernambucana ao nome de Carlos Siqueira para comandar o Partido Socialista Brasileiro foram a gota d’água para o dirigente, que está na sigla desde a época da sua fundação, detonar os aliados.

“Tenho um e-mail do dia 27 de agosto assinado por Sileno Guedes, presidente do partido no Estado, e pelo prefeito Geraldo Júlio, dizendo que apoiam minha candidatura. Mas pela imprensa vejo que usam também o estilo ‘esqueçam o que escrevi’ e saem notas dizendo que não vão respeitar o que eles mesmos escreveram”, disse Amaral, em entrevista ao jornal Estado de S.Paulo.

Nas acusações, Amaral acusou os aliados de coronelismo, mas excluiu a viúva de Eduardo Campos, Renata Campos, de utilizar “essa prática”. Segundo ele, as novas atitudes do PSB acabam traindo sua história. Em sua opinião, a sigla teve oportunidade de avançar nas questões ditas de esquerda, mas optou pelo “patriarcalismo”, típico das famílias tradicionais pernambucanas no século XIX e começo do século XX.

A eleição do PSB para a escolha de um novo comando irá ocorrer no dia 13 de outubro. As chapas com os candidatos devem ser inscritas até este sábado (11).

Elielson Lima 10 out 2014 - 21:09m

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