Governo – Pandemia não acabou
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Em entrevista, Carlinhos diz que pensa na reeleição e descarta candidaturas de familiares na região


carlinhos-do-moinho-blog-a-palavra1-650x270O prefeito de Carpina, Carlos Vicente de Arruda esteve na noite de hoje (30), no centro do debate do Programa Ponto a Ponto da Nova Carpina FM. O socialista respondeu sobre diversos assuntos, segue abaixo transcrição de partes da entrevista.

#Habitação

“Estamos desapropriando diversas áreas em nossa cidade para a construção de 1000 casas populares”, afirmou o gestor. Sobre as 60 casas inacabadas no entorno do antigo Matadouro ele respondeu, “tenho certeza que onde eles moram hoje é melhor do que o lugar onde moravam antes”. Continuou, “a gestão passada passou 8 anos e não fez uma casa para o povo pobre de Carpina”, disparou.

#Gestão

“O maior problema não é equipe, na verdade é econômica. O Brasil vive um crise muito grande”, disse o socialista. Quando perguntado sobre a escolha de sua filha (Cássia do Moinho) para Secretaria de Cultura, Turismo e Esportes, ele disse que “ela gosta disso a muito tempo, fez um grande trabalho”.

Citou Pereira, prefeito de Paudalho e também do PSB: “todo mundo conhece Pereira, sabe que ele é um bom gestor. Mas a crise está afetando a todos”.

#Política

Ele foi perguntado sobre as possíveis candidaturas de Cássia do Moinho em Chã de Alegria, de Maninho em Feira Nova e de Graça em Lagoa de Itaenga, ele foi enfático: “isso é não existe, invenção do povo”, descartou todas as candidaturas, haja vista que ele é o maior líder do grupo Moinho.

“Se eu dizer que não penso na reeleição estou mentindo, todo prefeito pensa, mas minha preocupação é a gestão”, enfatizou.

“Tem prefeitos da Região que paga metade dos salários ao povo e diz que pagou dezembro e décimo, eu tenho provas do que estou dizendo, eles enganam o povo e a imprensa”, criticou outros gestores.

#Salários e aposentados

“Pagamos 80% dos aposentados, na semana que vem vamos pagar os demais”, referindo-se aos salários e 13º dos aposentados ligados ao IPMC. E comentou a nota disparada hoje pelo SINSEMUC, “não sei até onde tem esse peso jurídico, não entendo, mas pagarei a todos”.

 

Elielson Lima 31 dez 2014 - 2:13m

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