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Dilma: plano de concessões é “virada de página”

Publicado em: 09/06/2015 - 17:47m

4044149_x360A presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou, há pouco, um pacote de concessões e investimentos em infraestrutura estimado em R$ 198,4 bilhões. Segundo o governo, a maior parte dos recursos do pacote, R$ 86,4 bilhões, será destinado a obras de construção e ampliação de ferrovias. Rodovias receberão R$ 66 bilhões. De acordo com o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, os investimentos deverão começar em 2015 e se estender até depois de 2019.

Para Pernambuco, foram inclupidas as BRs 101 e 232. O trecho tem 564 km de extensão e investimento estimado em R$ 4,2 bilhões. Fica incluido também a construção do Arco Metropolitano do Recife, a melhoria do acesso ao Porto de Suape e a duplicação da BR-232 de São Caetano para Cruzeiro do Nordeste.

Do total de investimentos, serão destinados R$ 66 bilhões para rodovias, R$ 864, bilhões para ferrovias, R$ 37,4 bilhões para portos e R$ 8,5 bilhões para aeroportos.
O anúncio do pacote de concessões vinha sendo esperado tanto no meio econômico quanto no político. O plano é visto como parte da estratégia do governo de adotar uma “agenda positiva” em meio à crise econômica e aos desdobramentos da operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras.

De acordo com o boletim Focus, elaborado pelo Banco Central com base em informações do mercado, a expectativa é de que o PIB brasileiro tenha uma retração de 1,30% em 2015.

No início de junho, o IBGE anunciou que a taxa de desemprego chegou a 8% em abril, valor acima do registrado no mesmo mês de 2014, quando a taxa de desemprego estava em 7,1%.

Entre os projetos incluídos no plano de concessões estão seis aeroportos no interior de São Paulo.

Além de aeroportos, o plano inclui a concessão de trechos de ferrovias entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, e trechos da Ferrovia Norte-Sul, entre Goiás e São Paulo, que é uma das principais vias de escoação da produção de grãos do país.

O plano de concessões anunciado hoje é visto como uma espécie de “reciclagem” de um plano anterior, lançado em 2012 e que previa investimentos de R$ 200 bilhões.

O mercado avalia que o plano de 2012 só funcionou plenamente em relação às concessões de aeroportos, como o de Cumbica (em São Paulo), Confins e o de Brasília.

Elielson Lima 09 jun 2015 - 17:47m

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