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Em entrevista, Jorge Petribu fala de economia, reforma trabalhista e de sua candidatura em Carpina


hqdefaultO radialista Carlos Peruca recebeu no Programa Ponto a Ponto da Nova Carpina FM, desta quinta-feira (25) o empresário e diretor-presidente do Grupo Petribu, Jorge Petribu. Na pauta do debate, economia, reforma política e de sua possível candidatura a prefeito de Carpina. Ele é a nona geração da família Petribu na região, “chegamos aqui quando não tinha quase nada”.

Escute na íntegra a entrevista:

photo-11#Economia
“Não existe crise no mundo. Existe crise no Brasil e em outros país. EUA e China estão crescendo, a Alemanha também cresce. O principal fator é a corrupção. A maior empresa do Brasil, que é a Petrobras, houve uma redução e aconteceu o efeito dominó.
O país é muito estatizante. Senão houvesse muitas empresas estatais não estaria assim, a corrupção diminuiria sensivelmente. O estado não poderia ter nada, apenas o judiciário e polícia, no mais tudo privatizado”.
“O modelo ideal onde o filho do prefeito estuda na mesma escola do filho do servente da Prefeitura. A chave do desenvolvimento é a educação”.
#Reforma Política
“Os políticos, precisamente os deputados, eles legislam em causa própria. Eu sou a favor do representante distrital.
Ao meu ver as reformas mais necessárias são trabalhistas e tributárias. A CLT é a mesma do tempo de Getúlio Vargas. A livre negociação entre empregador e empregados, onde há troca de influências. Japão trabalha 15 horas por dia, nos EUA não tem limite. O governo é dono de mim, referindo-se ao tempo de trabalho”.
#Previdência
“A aposentadoria tem que evoluir com o tempo, hoje poucas pessoas vivem menos de 80 anos, existe uma evolução”.
#Setor sucroalcooleiro
“É a maior crise do setor sucroalcooleiro da história, já estamos com 4 anos de crise. Em 2006, para pagarmos um salário mínimo tinhamos que vender 5 sacos de açúcar, hoje tem que ser 15 sacos pelo mesmo salário mínimo no final do mês.
Estamos procurando alternativas, como o plantio do Eucalipto, para a produção de biomassa, sendo assim uma grande fonte de energia. Das 500 usinas que existem no Brasil, mais de 70 fecharam nos últimos anos. O setor não se acaba, já temos 300 anos!”
#Política
“As prioridades do Governo está errada, tem que se colocar a água, educação, saúde como prioridade das prioridades”.
“Eu acredito nele, é cedo para avaliar”, referindo-se ao governador Paulo Câmara.
“A Usina não tem partido, poderá ter ou ter tido candidatos”.
“Eu tenho um maior carinho pelas cidades aqui da região, Lagoa de Itaenga, Carpina, Paudalho até Tracunhaém, estás estão mais no meu coração. Elas estavam aqui no meio de nossa produção”, afirmou. “Sinto-me orgulhoso, seria um prazer contribuir mais com essas cidades, meu plano era quando chegasse aos 60 anos me dedicar a uma causa social. Mas essa crise pegou tão repentinamente, eu já havia começado uma transição desde o ano passado”.
“Eu não sou a solução de Carpina, tem muita gente que pode ser essa solução”
 
Elielson Lima 26 jun 2015 - 0:25m

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