Governo – Pandemia não acabou
Opinião

Qual fim da história política carpinense se pode esperar, analisando nossos pré candidatos?


12122687_760483044056416_3693090106435144421_n1Estamos no mês de abril e pré candidaturas começam  ser lançadas, ou pelo menos parte das opções já está à vista dos cidadãos, porém, será  que há mesmo uma escolha ? Entre esses possíveis candidatos, a população, ou pelo menos parte dela, encontra –se perdida. Perdida pela falta de algo que estaria supostamente a sua frente, os candidatos ou pré candidatos, como queiram chamar, todos eles do mesmo lado. O lado oposto ao população.

Há várias gestões, os cidadãos vêm sendo afetados. Durante a campanha há as promessas, sorrisos e apertos de mãos, mas no fim, não passa disso. Promessas, a famosa politicagem. A cidade que antes crescia, hoje encontra-se estagnada.  É necessário lembrar que a falta de pagamento aos fornecedores, atraso de salários,  desemprego e a falta de infra estrutura adequada na cidade, afeta não só o dia a dia da população mas também o comércio. Quem movimenta a economia sem o capital ?

O país encontra-se sim, em uma crise. Entretanto, é imprescindível lembrar que nem tudo depende do Governo Federal. Tudo em um país gira em questão de 3 divisões de obrigação: Federal, Estadual e Municipal. É claro que há um limite para tudo que um prefeito e vereadores podem fazer por uma cidade em seu tempo de mandato, mas quantos já estiveram no poder e que realmente fizeram algo significativo, nem que seja para que sua sucessão pudesse terminar ou aproveitar ? É necessário fazer pelo povo e para o povo dentro de seus limites.

Certamente quem não contribuiu  para uma melhoria, não merece ser lembrado na hora crucial do voto. Não se pode deixar-se  perder em meio a promessas  e sorrisos. Não deve ser lembrado quem não ajudou, quem esqueceu a cidade. Não se pode deixar enganar por falsas promessas ou pequenos agrados político. É essencial dar a chance de fazer, porque deixar quem nada fez pisar na população ? O voto é livre ha muitos anos, isso é algo que nunca se deve esquecer.


Gabriela Rêgo é estudante de Ciências Sociais da UFRPE.

Elielson Lima 08 abr 2016 - 2:43m

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