Opinião Historiador analisa vitória de Bolsonaro

Historiador analisa vitória de Bolsonaro


A vitória de Jair Bolsonaro para presidente do Brasil representou algo como uma carta de alforria para o povo Brasileiro. Eu explico: é a primeira vez que o povo brasileiro se junta a um candidato e enfrenta a mídia, as grandes estruturas partidárias, o poder econômico superior do stablishment, as classes detentoras do monopólio da “opinião pública”, a máquina de assassinato de reputações da esquerda, os sindicatos, associações e até órgãos aparelhados pelos socialistas, o crime organizado e sai vitorioso. Ninguém tem dúvidas que o povo carregou Bolsonaro nas costas literal e figurativamente, após o atentado.

Agora, é obrigação de todos que votaram em Bolsonaro dar suporte ao seu governo, pois sabemos que a postura dessa parte da esquerda brasileira não é democrática. Eles não reconheceram o resultado das eleições, o que é protocolo em uma democracia, e já se organizam para fazer uma oposição ferrenha e manter a sua máquina de assassinato de reputações, esperando voltar no futuro. Vemos que o PT e suas linhas auxiliares são piores do que a esquerda representada por Ciro Gomes, a quem já atacam por não lhes ter sido subserviente, e não tiveram a mesma postura dos governos de esquerda da América Latina, que já reconheceram a vitória de Jair Bolsonaro.

É público e notório que o governo Bolsonaro, assim como qualquer outro que estivesse no lugar, precisará realizar as reformas que resolverão os problemas econômicos do Brasil, como a reforma da previdência, onde está o rombo, e a tributária, que irá favorecer o empreendedorismo no País. Os investidores internacionais aguardam ansiosamente por elas para inundar o Brasil com investimentos. Porém, não tenho dúvidas que o PT irá propagar um discurso virulento contra essas reformas e irá alegar que o governo Bolsonaro “vota contra os trabalhadores”, como já fizeram antes. Serão contra tudo que for bom e necessário para o país, essa é a essência desse partido, pois irão alimentar os medos, os interesses egoístas e propagar suas distorções mentirosas. Fora isso, eles não desistirão da sua estratégia divisionista de inspiração marxista e da sua agenda cultural gramsciana.

Estaremos vigilantes e atuantes para que o governo Bolsonaro e o Brasil dêem certo, para que possamos um dia ser um país de primeiro mundo. É essa a postura que precisamos ter. Se me permitem uma correção intempestiva, precisamos defender o Brasil Acima de Todos e Deus Acima de Tudo!!!

Diego Lagedo
Historiador, Consultor e Ativista Político

Elielson Lima 29 out 2018 - 16:09m

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